sexta-feira, 27 de abril de 2012
O Retorno do Boteco da Nana: Da dificuldade de administrar a rejeição.
O Retorno do Boteco da Nana: Da dificuldade de administrar a rejeição.: Pois é. Não parece mas eu já fui rejeitada sim. Não gosto, só um doente pode gostar disso. Mas é importante para qualquer um ser rejeitado ...
terça-feira, 17 de abril de 2012
Muito bem acompanhada.
Lendo a matéria da Época sobre a nova realidade , onde morar sozinho está cada vez mais comum, lembrei um pouquinho do meu passado. Coisa rara né? Eu lembrar do passado! Faz alguns anos que optei em morar sozinha quando convidei minha filha a ir buscar o rumo dela. Bem a maioria de vocês sabe que eu não expulsaria uma adolescente de casa. Ela já trabalhava fora fazia muito tempo, estava formada já, tinha 25 anos, enfim, estava mais do que na hora dela procurar seu rumo.
Não foi uma decisão fácil, recebi muitas críticas, normal. Na primeira semana me senti amputada. A lembrança mais tocante foi ver minha escova de dentes sozinha. Nunca isso tinha acontecido na minha vida.
Chorei muito, minha sorte foi que tinha terapia naquela semana, se bem que no dia da terapia eu já estava muito bem. Lógico que o tema da consulta foi a separação da minha filha, mas logo no início já descontraímos. Quando médico psiquiatra, sim, eu tinha terapia com um psiquiatra, não confio em psicólogos, me perguntou como eu estava me sentindo depois dessa decisão? Recebeu a resposta. "Estou me sentindo muito mal, porque estou me sentindo muito bem. " Não sabia que minha companhia era tão agradável, sempre estive as voltas com muita gente. Tenho 2 irmãos, casei muito cedo, minha filha nasceu quando eu ainda era uma criança. Mesmo depois de separada continuei morando com a minha mãe, avó, filha e a casa estava sempre cheia de gente.
Por muitas vezes namorei pessoas que não me eram tão interessantes, só pelo fato de dar a satisfação para todos que não se conformavam com a minha solteirice. Bem, é que na verdade NUNCA tinha tido a minha companhia, tinha sempre tanta gente por perto que eu não me aproveitava. Agora quero tanto me aproveitar que não sobra espaço para me dividir com mais ninguém.
Não foi uma decisão fácil, recebi muitas críticas, normal. Na primeira semana me senti amputada. A lembrança mais tocante foi ver minha escova de dentes sozinha. Nunca isso tinha acontecido na minha vida.
Chorei muito, minha sorte foi que tinha terapia naquela semana, se bem que no dia da terapia eu já estava muito bem. Lógico que o tema da consulta foi a separação da minha filha, mas logo no início já descontraímos. Quando médico psiquiatra, sim, eu tinha terapia com um psiquiatra, não confio em psicólogos, me perguntou como eu estava me sentindo depois dessa decisão? Recebeu a resposta. "Estou me sentindo muito mal, porque estou me sentindo muito bem. " Não sabia que minha companhia era tão agradável, sempre estive as voltas com muita gente. Tenho 2 irmãos, casei muito cedo, minha filha nasceu quando eu ainda era uma criança. Mesmo depois de separada continuei morando com a minha mãe, avó, filha e a casa estava sempre cheia de gente.
Por muitas vezes namorei pessoas que não me eram tão interessantes, só pelo fato de dar a satisfação para todos que não se conformavam com a minha solteirice. Bem, é que na verdade NUNCA tinha tido a minha companhia, tinha sempre tanta gente por perto que eu não me aproveitava. Agora quero tanto me aproveitar que não sobra espaço para me dividir com mais ninguém.
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