quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Final de ciclo


Final de ano e um incrível final de ciclo. Foram 11 anos trabalhando na mesma escola, na Educação de Jovens e Adultos. Quando comecei em 12 de Setembro de 2001, isso mesmo um dia após o 11/09 não fazia a menos ideia do que iria fazer.
A, então, coordenadora do CEAD Potty Lazzarotto, Madalena, me ligou, passou o endereço, me deu umas planilhas em branco, disse que deveria fazer 4 avaliações de 80 e 20 pontos para cada média , passou umas apostilas de História para o Ensino Fundamental, escreveu o endereço e o telefone da Escola Nair de Macedo no CIC, bem como o nome da diretora que eu nem lembro mais num papel, disse que eu daria conta e eu, depois de ligar para a escola pedindo informações de como chegar lá saindo do Bacacheri, fui, com a cara e a coragem.
Foram 11 anos, das mais diversas turmas. Alunos com idades de 15 a mais de 60 anos. Alguns recém alfabetizados.
Com a formação em História, logo percebi que em EJA a professor não só dá aulas da sua matéria de formação. Logo, logo engatei Geografia, Artes, Educação Física, Filosofia e Sociologia, Nada tão exótico como Inglês para o Médio e o que foi o meu maior desafio no Ensino Fundamental para alunos recém alfabetizados e que não haviam cursado português ainda.
Muitas foram as surpresas, como um aluno armado, brigas entre eles, discussões entre mim e eles, abraços, emoções, filhos de alunas nascendo, dois morrendo, dezenas de escolas dezenas de Vice-diretoras, a maioria muito receptiva, outras nem tanto. Escolas de fácil acesso, outras nem tanto. Alunos maravilhosos, outros nem tanto. Posso dizer que conheci os mais diversos modos de ensino-aprendizado, desenvolvi algumas técnicas e conheci pessoas inesquecíveis.
Nesses 11 anos de trabalho no Potty, pouco fiquei na sede. Meu trabalho era nas escolas da prefeitura da periferia. Apesar de ter iniciado no CIC, no ano seguinte fui relocada para as escolas da região Norte, impossível atravessar a cidade em 1 hora no final da tarde. Acho que conheci a maioria delas.
Outra característica de se trabalhar no que chamava-se PAC e depois APEDs, ações pedagógicas descentralizadas, foi o esquema carona. Professor que tem carro, oferece carona para os que não tem, ao menos, até o terminal de ônibus mais próximo. Foram amizades circunstanciais, e algumas duradouras.
Nesse tempo aprendi, que a EJA, não se resume a ensinar os conteúdos. Vai muito além de textos, exercícios, avaliações, mesmo na época dos BIs, famigerados banco de itens que avaliavam a qualidade do ensino dos alunos. Seu peso era 60% da média final. Me orgulho em dizer que pouquíssimos alunos meus não foram aprovados nos BIs, na EJA, o aprendizado é recíproco.
Tive alunos que me ensinaram mais do que eu ensinei. A história de vida desses trabalhadores e trabalhadoras, donas de casa, avôs e avós, pais e mães, profissionais competentes em suas áreas, e, que muitas vezes estavam tirando um “diploma” só para uma massagem intelectual, outros que precisavam muito desse documento para promoções no trabalho.
Muitos deles continuaram seus estudos e hoje estão na faculdade, muitos se formaram, ou fizeram cursos técnicos. Outros seguiram sua vida me enchendo de orgulho. Nessa semana mesmo encontrei 3 ex alunos em situações diferentes. Todos me reconhecem e vem me dar um abraço, falando com orgulho de sua nova vida, e da vida que o futuro lhes dará.
Foi através da EJA que fiz minha especialização na UTFPR, e, foi na UT que eu percebi, que a EJA brevemente acabaria. Não, isso não é uma coisa ruim. A EJA acabará, porque o analfabetismo está diminuindo, as chances de se estudar no tempo certo estão maiores, são poucas as pessoas que não estudam por falta de oportunidade, um brinde aos milhares de alunos jovens e adultos que passaram pelas minhas mãos. Sei que pouquíssimos deles lerão esse meu texto, pois na época em que eu comecei a dar aulas para a EJA, nem os blogs existiam ainda.  Mas eles sabem que eu me orgulho desse trabalho, que me deu muito trabalho, mas muito mais realizações.
Que venha a nova fase da minha vida, e, se ela tiver a metade de emoção e realização que a EJA me proporcionou já estou muito feliz.

domingo, 28 de outubro de 2012

Dez anos depois.

Estava enrolando para escrever. Há dez anos atrás muitas coisas ruins aconteceram. 2002, foi um ano muito pesado até o mês de outubro, quando o Lula e o Requião foram eleitos, e parece que as coisas estão se repetindo. O estress foi tanto em 2002, que eu perdi um dente por causa do bruxismo, esse ano também, rangi tanto os dentes que o quebrei outro na raiz. Mas 2002 foi o ano em que me apaixonei pela última vez. Não que eu queira passar por outra paixão como aquela, até porque foi bem doentia, foram 5 anos de muitas neuroses, uma teia em que me meti, que nem sei como me deixei embolar tanto. Mas eu gostava muito dele, e sei que ele gostava de mim. Só acho que ele gostava mesmo era da mãe. Não vou entrar em detalhes, porque incesto é uma coisa muito pesada para ser fofocada no blog. Depois de 5 anos de muitas idas e vindas, muitas felicidades e decepções, acabou. Só resolvi tudo tudo dentro de mim após um ano de terapia. Bem, acho que estou curada. Na boa não estou procurando um outro amor, mas também não estou fechada. Só que é muita coincidência se repetindo 10 anos depois. Então quem sabe não surja um cara legal?

domingo, 2 de setembro de 2012

Situações inusitadas que só acontecem comigo.

Nos primeiros anos de faculdade, trabalhava como telefonista na Clinihauer pela manhã e estudava atarde. Isso me fez atrasar um ano, pois sempre perdia a primeira aula. Não dava tempo para chegar as 13:30. Pedi demissão senão atrasaria demais o curso. Menos de um mês após a demissão ganhei uma bolsa do CNPq que me manteve no curso até o final.
Com minha nova vida de marajá, ops estudante, tinha muito mais tempo e férias completas mesmo. Então aproveitava para viajar muito nas férias. Meus primos de Balneário Camboriú sempre montavam um negócio nas temporadas, e em 1995, acho que foi nesse ano, passei as férias trabalhando no Quiosque Carazinho, em Meia Praia/Itapema. Além da bolsa, ganhava um troquinho a mais e ainda me divertia muito. Num período desses uns amigos de Curitiba foram para lá passar uns tempos. Saíamos nas noites e durante o dia eles veraneavam e eu "trabalhava" no quiosque.
Num dia desses, que estava muito nublado, garoando e frio até, a Lena e o Luiz me dispensaram pois o movimento estava muito fraco, então eu, o Cláudio e a Adriana saímos para passear com o fusca do Cláudio pelas praias de Santa Catarina. Rodamos muito pelas quebradas de Mariscal, Zimbros e tentávamos chegar na Tainha, acho, quando percebemos que a gasolina do carro estava muito baixa, e dificilmente conseguiríamos abastecer o carro naquelas quebradas. Desistimos da Tainha e ficamos na famosa Praia do Pinho. Estacionamos o carro na entrada, e por causa do frio ficamos nas pedras da prais de roupa mesmo.
O Cláudio se separou de nós duas que ficamos bem na entrada, estendemos uma canga e deitamos nas pedras. Observando o movimento. Até comentei com a Adriana a quantidade de homens na praia, todos nus é claro e nenhuma mulher. Bem ao longe víamos na areia algumas mulheres.
Nunca tive pira de tirar a roupa em público, e diante daquela variedade de "p****" de formatos, tamanhos e texturas diferentes, não ficaria nua mesmo.
Foi dando uma moleza pois isso era depois do almoço, e parecia que o sol estava querendo aparecer, não estava mais tão frio. Deitamos na pedra e quase cochilamos, quando fui acordada por um "guarda" de boné, tênis, apito e mais nada, sim, mais nada, seu "p****" balançando. Acordei assustada e sentei na pedra, enquanto ele me dava a maior bronca por estar de roupa numa praia de nudismo e que aquela área era reservada para homens sozinhos e que eu deveria respeitar o lugar e , ao menos tirar a parte de cima da roupa.
Isso tudo eu avaliei depois de horas, pois na hora da bronca minha única preocupação era não olhar para o "p****" dele que estava na altura dos meus olhos, sim sentada no chão e o cara em pé na minha frente, para onde eu olharia? O esforço para não olhar para a frente e sim para cima e encará-lo nos olhos foi imensa, quase tive um torcicolo. Bem daquele verão foi inesquecível por inúmeras coisas. Mas o inusitado da situação foi algo tão absurdo que cheira a mentira.
Nunca mais fui a Praia do Pinho, e acho que nunca mais irei, pois se magrinha como era não tirava a roupa, imagina agora?

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Inflação no futebol

Parabéns ao Ronaldinho Gaúcho. Mais um jogador de futebol que disse ao que veio. Dar uma de cavalo de 7 de Setembro, fazer caquinha e andar.
Faz um tempinho já que eu torcia para futebol, aliás acho que faz um tempão. Tentei ver alguns jogos da copa de 2010, mas tá impossível. Tá nojenta essa atitude de times que inflacionam os salários e os egos de moleques semianalfabetos que deveriam dar exemplo para as gerações de meninos que sonham em ser jogadores de futebol. Meus amigos de infância sonhavam em serem Pelés, Zicos, Rivelinos, Sócrates, entre outros que se somados seus salários em um ano não dava o salário de um Neymarzinho, um Ronaldinho, um Adrianinho qualquer que nunca jogarão juntos o que os anteriores jogaram individualmente.
Salários estratosféricos egos explodindo e futebol que é bom, neca. Não torci para ninguém hoje, mas deu uma alegriazinha ver que para cada tombo firulento do Neymar o Messi, que diga-se de passagem, não é isso tudo também não, fazia um gol no Brasil.
Cadê o Backembauer, cadê o Tostão, cadê o o Sócrates. Caras que além de jogarem um bolão ainda estudavam. Esses sim são exemplos que deveriam ser seguidos.
Bem feito para o Flamengo, tem mais é que perder a ação do Ronaldinho, aliás todos esses clubes que inflacionam os salários desses moleques deveriam repensar se querem jogadores ou estrelas que os deixarão na mão mais cedo ou mais tarde.

domingo, 17 de junho de 2012

E o louco continua me perseguindo.

Bem ao menos eu só preciso de florais no caso dele nem lobotomia. Pelo que escreveu vai ser a última vez. Ainda bem que é o único que surtou entre dezenas que eu excluí. Lógico depois de tanto surto tive que bloqueá-lo. Quanta sensibilidade. Difícil gente que não trabalha bem com a rejeição né? Imagina no caso de um divórcio, coitada da mulher dele. Perigoso esse lance de internet. Bem o cara perder tanto tempo de sua vida para me aporrinhar deve ter uma vidinha muito mais ou menos. Até me indicou um site para postagens. Já deve ter feito uso dela talvez para fazer alguma monografia, sei lá. Ufa. acho que agora acabou, pq se não vou atras da mulher da pessoa. Salvei tudo o que ele escreveu, que poupo vcs de lerem, ninguém merece tanto desamor.

sábado, 16 de junho de 2012

Tem um doente me perseguindo

O nome dele é Antônio Fontoura, eu o bloqueei do face porque considerai um comentário dele digno de bloqueio. Achou ruim a cura da doença do Lula. Agora o cara posta aqui.
Ah eu sei que vc lê meu blog. Então vai lá.
Terminei o curso em 5 anos pois no primeiro ano, eu tranquei algumas matérias por conta de um divórcio que tive que enfrentar, não sei em quantos anos vc se formou. Não me interesso por vc, não lembrava da sua existência e vejo que você é muito mal informado sobre mim. Entrei na faculdade em 92 e me formei em 96, fiz uma pós no prazo na UTFPR, acho que não sou tão idiota como vc postou aqui, pois a concorrência estava em 40 por 1. Durante a faculdade consegui uma bolsa do CNPq, apesar de vc me achar uma idiota.
Só uma coisa essa obsessão por mim vindo de um cara casado é passível de uma denúncia para sua esposa.
Outra coisa tá pegando mal. Até meus alunos estão injuriados contigo, acho que quanto mais você escreve mais fede.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

terça-feira, 17 de abril de 2012

Muito bem acompanhada.

Lendo a matéria da Época sobre a nova realidade , onde morar sozinho está cada vez mais comum, lembrei um pouquinho do meu passado. Coisa rara né? Eu lembrar do passado! Faz alguns anos que optei em morar sozinha quando convidei minha filha a ir buscar o rumo dela. Bem a maioria de vocês sabe que eu não expulsaria uma adolescente de casa. Ela já trabalhava fora fazia muito tempo, estava formada já, tinha 25 anos, enfim, estava mais do que na hora dela procurar seu rumo.
Não foi uma decisão fácil, recebi muitas críticas, normal. Na primeira semana me senti amputada. A lembrança mais tocante foi ver minha escova de dentes sozinha. Nunca isso tinha acontecido na minha vida.
Chorei muito, minha sorte foi que tinha terapia naquela semana, se bem que no dia da terapia eu já estava muito bem. Lógico que o tema da consulta foi a separação da minha filha, mas logo no início já descontraímos. Quando médico psiquiatra, sim, eu tinha terapia com um psiquiatra, não confio em psicólogos, me perguntou como eu estava me sentindo depois dessa decisão? Recebeu a resposta. "Estou me sentindo muito mal, porque estou me sentindo muito bem. " Não sabia que minha companhia era tão agradável, sempre estive as voltas com muita gente. Tenho 2 irmãos, casei muito cedo, minha filha nasceu quando eu ainda era uma criança. Mesmo depois de separada continuei morando com a minha mãe, avó, filha e a casa estava sempre cheia de gente.
Por muitas vezes namorei pessoas que não me eram tão interessantes, só pelo fato de dar a satisfação para todos que não se conformavam com a minha solteirice. Bem, é que na verdade NUNCA tinha tido a minha companhia, tinha sempre tanta gente por perto que eu não me aproveitava. Agora quero tanto me aproveitar que não sobra espaço para me dividir com mais ninguém.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Da desnecessidade de um companheiro para te fazer feliz.

Não gosto da Ruth Aquino, sua presença cativa na última página da Época me cansa. Mesmo que não tenha nada para falar, vai lá fala umas bobagens que dá dó.
Mas essa semana seu texto me chamou a atenção. Ele está aí em cima no link dela. É sobre Renata Gervatauskas, e um artigo que ela escreveu sobre machismo. Aliás um ótimo artigo apesar de discordar em algumas coisas. Mas concordo com a maior parte dele.
Genteim, por que cargas d'água existe a necessidade de se estar em um relacionamento sério para estar feliz? Por que ninguém entende que eu sou feliz sem ninguém. O meu amor por mim mesma já é o bastante. Ok antes que minhas amigas me xinguem, vou explicar. Essa necessidade em fazer crer que mulher só é feliz com um homem ao lado é coisa de homem ou das tias. Nem minha mãe pensa mais assim. Vai ver está gostando da sua vidinha sozinha.
Estou só faz uns 3 ou 4 anos nem sei mais, e nunca, repito, nunca me senti tão feliz. Sim sozinha nem minha filha mora mais comigo. A certeza de que minha felicidade e prazer dependem só de  mim me trouxe uma segurança que homem nenhum conseguiu até agora.
Claro que alguns devem estar pensando, tá falando aí uma "mal comida" ou uma frígida. Mas os homens que me conhecem, e olha que não foram poucos não, sabem que sou bem resolvida, nada frígida, e já fui muito bem comida sim, ou melhor, acho que comi melhor, sei lá.
 Não tenho problemas com minha sexualidade, mas de uns tempos para cá tenho sido bem criteriosa em minha experiências sexuais. É, não anda muito fácil achar alguém que seja tudo o que eu quero, por isso tenho meus brinquedinhos que  fazem um trabalho que nenhum homem no mundo vai conseguir fazer.
Aí vem o papo mas onde está o afeto?
Então eu também pergunto. Onde está o afeto? Caramba, está cada vez mais difícil encontrar um afeto de verdade. Conheço homens que estão com namora a pouquíssimo tempo, algumas semanas e já estão me cantando. Que afeto é esse que ela tem?
Coitada.
Não gostaria de estar na sua pele. Então chuchu, não ficaria tão emputecia com o comentário que a Renata recebeu, "se lavar e passar eu caso".
O problema com certeza não foi esse. Se o cara valesse realmente a pena, o comentário seria o de menos. Os homens que a xingaram, não entendem, que são os homens que não sabem ficar sozinhos. São tão dependentes de companhia, que ciscam por aí até mesmo quando estão namorando alguém a pouco tempo, sem chance para desgaste de relação. Assim, se a relação não der certo, o que certamente vai acontecer a julgar pela atitude deles, tem a quem recorrer para não ficar na mão.
Se estou fechada para relacionamentos?
Nunca mesmo. Sou uma otimista patológica. Odeio esse meu defeito, mas, não deixo de ser realista. Nenhum homem vai me satisfazer como meus "aparelhinhos", e nenhum vai me dar o afeto sincero que eu tenho com meus amigos. Não troco a companhia de amigos por uma cara emburrada de ciúme porque me atrasei ou se preferi ficar de bobeira com meus companheiros de boteco ao invés de ouvir um ensaio, ver TV ou ficar de chameguinho em casa. Além é claro de aturar sogrinha intolerantes ou os maus humores do infeliz. Se, um dia encontrar alguém que preencha os requisitos, tô dentro mesmo. Será que sou mal amada, ou bem amada demais?
Não sei. Mas gosto disso que sou.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Quebra de paradigmas.

Tenho dois casais amados que frequentam esse Boteco. Não vou falar os nomes deles. São casamentos que eu gostaria de ter tido um dia. Sairia da minha solteirice se fosse para viver um casamento como os deles. E, agora a pouco soube que um deles está se separando. Minha amiga me informou do fato, e eu caí da cadeira. Estou com um enorme nó na garganta. Chorei falando ao telefone com outra amiga. Parece que foi comigo. 
Estranho como se pode amar alguém que não vai te dar sexo, que não saiu de dentro de ti e que não faz parte da tua família. Eu amo muito meus amigos, lógico que alguns muito mais que outros. E no caso desse dois casais, tanto quanto aos meus irmãos. Sim estou muito, mas muito triste. 
Paradigmas quebrados outra vez. E, cada vez mais, concluindo que, infelizmente nada é para sempre. Mas vou me esforçar para que minha solteirice seja para sempre sim. Se não aguento a separação de um casal de amigos, como encararia uma separação comigo? Nunca gostei de despedidas, de separações, de aeroportos, rodoviárias e afins. Prefiro ficar só (não solitária), do que ter que me despedir de alguém.
Desculpa aí, mas hoje não deu para dizer nada agradável.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Férias.

Nem é por não ter assunto. Mas ando com uma preguiça de escrever por aqui.
Uma hora ela passa e volto.
Um brinde aos preguiçosos.