Nos primeiros anos de faculdade, trabalhava como telefonista na Clinihauer pela manhã e estudava atarde. Isso me fez atrasar um ano, pois sempre perdia a primeira aula. Não dava tempo para chegar as 13:30. Pedi demissão senão atrasaria demais o curso. Menos de um mês após a demissão ganhei uma bolsa do CNPq que me manteve no curso até o final.
Com minha nova vida de marajá, ops estudante, tinha muito mais tempo e férias completas mesmo. Então aproveitava para viajar muito nas férias. Meus primos de Balneário Camboriú sempre montavam um negócio nas temporadas, e em 1995, acho que foi nesse ano, passei as férias trabalhando no Quiosque Carazinho, em Meia Praia/Itapema. Além da bolsa, ganhava um troquinho a mais e ainda me divertia muito. Num período desses uns amigos de Curitiba foram para lá passar uns tempos. Saíamos nas noites e durante o dia eles veraneavam e eu "trabalhava" no quiosque.
Num dia desses, que estava muito nublado, garoando e frio até, a Lena e o Luiz me dispensaram pois o movimento estava muito fraco, então eu, o Cláudio e a Adriana saímos para passear com o fusca do Cláudio pelas praias de Santa Catarina. Rodamos muito pelas quebradas de Mariscal, Zimbros e tentávamos chegar na Tainha, acho, quando percebemos que a gasolina do carro estava muito baixa, e dificilmente conseguiríamos abastecer o carro naquelas quebradas. Desistimos da Tainha e ficamos na famosa Praia do Pinho. Estacionamos o carro na entrada, e por causa do frio ficamos nas pedras da prais de roupa mesmo.
O Cláudio se separou de nós duas que ficamos bem na entrada, estendemos uma canga e deitamos nas pedras. Observando o movimento. Até comentei com a Adriana a quantidade de homens na praia, todos nus é claro e nenhuma mulher. Bem ao longe víamos na areia algumas mulheres.
Nunca tive pira de tirar a roupa em público, e diante daquela variedade de "p****" de formatos, tamanhos e texturas diferentes, não ficaria nua mesmo.
Foi dando uma moleza pois isso era depois do almoço, e parecia que o sol estava querendo aparecer, não estava mais tão frio. Deitamos na pedra e quase cochilamos, quando fui acordada por um "guarda" de boné, tênis, apito e mais nada, sim, mais nada, seu "p****" balançando. Acordei assustada e sentei na pedra, enquanto ele me dava a maior bronca por estar de roupa numa praia de nudismo e que aquela área era reservada para homens sozinhos e que eu deveria respeitar o lugar e , ao menos tirar a parte de cima da roupa.
Isso tudo eu avaliei depois de horas, pois na hora da bronca minha única preocupação era não olhar para o "p****" dele que estava na altura dos meus olhos, sim sentada no chão e o cara em pé na minha frente, para onde eu olharia? O esforço para não olhar para a frente e sim para cima e encará-lo nos olhos foi imensa, quase tive um torcicolo. Bem daquele verão foi inesquecível por inúmeras coisas. Mas o inusitado da situação foi algo tão absurdo que cheira a mentira.
Nunca mais fui a Praia do Pinho, e acho que nunca mais irei, pois se magrinha como era não tirava a roupa, imagina agora?
huahuhauaua bem a tua cara msm, mas me responda uma coisa o "seu gualda" valia perder meia horinha? kkkkk
ResponderExcluirNem lembro Lorena. Na época eu era bem mais exigente. O cara devia ter uns 20 e eu uns 20 e poucos. Achei muito velho para mim.
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